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Coreia do Norte ameaça Japão e Sul; sanções afetam população

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Coreia do Norte ameaça Japão e Sul; sanções afetam população

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A Coreia do Norte colocou a artilharia e as unidades estratégicas de mísseis de longo alcance em alerta de combate.
Estas unidades devem estar prontas para atacar todas as bases militares norte-americanos na região Ásia-Pacífico incluindo as ilhas de Hawai e Guam, o continente norte-americano e a Coreia do Sul.

O comunicado do comando norte-coreano dispara a retórica bélica de Pyongyang de mais uma guerra de propaganda contra os Estados Unidos.

Num vídeo divulgado, a Casa Branca e o Capitólio são destruídos por uma simulação de bomba nuclear norte coreana.

Mas não é mais do que uma ameaça, porque Pyongyang não tem a tecnologia necessária para lançar um míssil internacional capaz de atingir os Estados Unidos. Também se considera que o Hawaï e Guam estão fora de alcance, mas os mísseis de médio alcance norte-coreanos podem atingir as bases do Japão e da Coreia do Sul.

Na sexta-feira, 22 de março do corrente ano, os Estados Unidos e a Coreia do Sul reforçaram o pacto de cooperação militar militair. O acordo prevê um apoio reforçado dos americanos a Seul, em caso de provocação, mesmo menor, da parte de Pyongyang. O pacto inflamou ainda mais os ânimos dos norte-coreanos, que já tinham ameaçado atacar as bases do Japão e de Guam, em resposta aos voos dos bombardeiros B-52, sobre a península coreana, no âmbito dos exercícios militares conjuntos.

A tensão continua a subir depois de um tiro para alegadamente lançar em órbita um satélite, feito por Pyongyang a 12 dezembro 2012, Seul considerou que o tiro foi de míssil balístico, e minimizou as explicações do Norte.

O teste nuclear de 12 de fevereiro, o terceiro de Pyongyang, provocou o reforço das sanções da ONU, o que não parece perturbar o regime comunista.

Pak Kwang Ho, do Supremo Tribunal norte-coreano afiema que “desde a guerra da Coreia que têm vivido sob pressão. Se querem, deixem-nos. Francamente, o lançamento do satélite e o teste nuclear, são resultado da nossa tecnologia, força e recursos materiais. Não estamos preocupados.

Mas um exilado norte-coreano que fala a coberto do anonimato, pois a mulher e os filhos ainda não conseguiram sair do país, afirma que as sanções não vão vergar o regime, mas apenas piorar a situação do povo, já à beira da fome. A ajuda alimentar fornecida pelo sul e pelo Japão nunca chega à população, pois é desviada pelo exército e pela elite no poder.

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A Coreia do Norte colocou a artilharia e as unidades estratégicas de mísseis de longo alcance em alerta de combate.
Estas unidades devem estar prontas para atacar todas as bases militares norte-americanos na região Ásia-Pacífico incluindo as ilhas de Hawai e Guam, o continente norte-americano e a Coreia do Sul.

O comunicado do comando norte-coreano dispara a retórica bélica de Pyongyang de mais uma guerra de propaganda contra os Estados Unidos.

Neste vídeo, a Casa Branca e o Capitólio são destruídos por uma simulação de bomba nuclear norte coreana.

Mas não é mais do que uma ameaça, porque Pyongyang não tem a tecnologia necessária para lançar um míssil internacional capaz de atingir os Estados Unidos. Também se considera que o Hawaï e Guam estão fora de alcance, mas os mísseis de médio alcance norte-coreanos podem atingir as bases do Japão e da Coreia do Sul.

Na sexta-feira, 22 de março do corrente ano, os Estados Unidos e a Coreia do Sul reforçaram o pacto de cooperação militar militair. O acordo prevê um apoio reforçado dos americanos a Seul, em caso de provocação, mesmo menor, da parte de Pyongyang. O pacto inflamou ainda mais os ânimos dos norte-coreanos, que já tinham ameaçado atacar as bases do Japão e de Guam, em resposta aos voos dos bombardeiros B-52, sobre a península coreana, no âmbito dos exercícios militares conjuntos.

A tensão continua a subir depois de um tiro para alegadamente lançar em órbita um satélite, feito por Pyongyang a 12 dezembro 2012, Seul considerou que o tiro foi de míssil balístico, e minimizou as explicações do Norte.

O teste nuclear de 12 de fevereiro, o terceiro de Pyongyang, provocou o reforço das tensões da ONU, o que não parece perturbar o regime comunista.

Pak Kwang Ho, do Supremo Tribunal norte-coreano afiema que “desde a guerra da Coreia que têm vivido sob pressão. Se querem, deixem-nos. Francamente, o lançamento do satélite e o teste nuclear, são resultado da nossa tecnologia, for4a e recursos materiais. Não estamos preocupados.

Mas um exilado norte-coreano que fala a coberto do anonimato, pois a mulher e os filhos ainda não conseguiram sair do país, afirma que as sanções não vão vergar o regime, mas apenas piorar a situação do povo, já à beira da fome. A ajuda alimentar fornecida pelo sul e pelo Japão nunca chega â população, pois é desviada pelo exército e pela elite no poder.