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Presidente, bancos e União Europeia na mira de manifestantes

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Presidente, bancos e União Europeia na mira de manifestantes

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A ira popular está em inflamada em Chipre. As medidas de controlo de capital, o governo, os bancos e a União Europeia tornaram-se no alvo da indignação dos muitos cidadãos que se concentraram em protesto em frente ao palácio presidencial.

Muitos cipriotas temem que o país se tenha tornado numa experiência financeira em antecipação a outros resgates europeus. E há também que acredite que o governo esteja atuar de forma ilegítima. “Eles não nos pediram. Não tiveram a nossa opinião em conta, sobre se é correto ou não fazer isto agora ou não”, diz uma manifestante. Outro contestatário considera que “eles forçaram-nos a aceitar estas medidas de austeridade e acho que as pessoas não fizeram nada de mal, na minha opinião. Os bancos, os bancos têm que pagar e não o povo. Uma senhora mais idosa vai mais longe e aponta o dedo ao presidente: “ele enforcou os cipriotas nos próximos anos. Anastasiades destruiu-nos literalmente”.