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Nova Iorque volta a analisar escombros à procura de vítimas do 11 de Setembro

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Nova Iorque volta a analisar escombros à procura de vítimas do 11 de Setembro

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A cidade de Nova Iorque começa a analisar esta segunda-feira toneladas de escombros provenientes da construção no local dos atentados do 11 de Setembro de 2001, na esperança de identificar mais vítimas.

Até ao momento, só foram identificados os restos de 1634 das 2752 pessoas que morreram nos ataques. No entanto, um grupo de familiares de bombeiros e de outras vítimas dos atentados pedem que os exames sejam feitos por peritos independentes. Sally Regenhard, que perdeu o filho, diz que prefere “esperar para ter garantias de excelência e de que os procedimentos são seguidos de forma correta”.

Se alguns questionam as capacidades dos médicos legistas do município nova-iorquino, outros acreditam que as novas buscas poderão oferecer uma conclusão ao luto de mais de mil famílias que não recuperaram os restos dos seus próximos.

Charles Wolf, que perdeu a esposa, acredita que os peritos têm feito tudo o possível, “desenvolveram novas tecnologias de teste de ADN” e “têm sido ótimos amigos”.

Depois da limpeza do local onde se encontravam as Torres Gémeas, as autoridades tinham reduzido as operações de busca de restos humanos, provocando a cólera de um grande número de familiares. As últimas pesquisas remontam a 2010.