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Entrevista ao Procurador-geral que participa na comissão de inquérito à crise cipriota

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Entrevista ao Procurador-geral que participa na comissão de inquérito à crise cipriota

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Em apenas seis semanas no executivo, o ministro das Finanças cipriota abandonou o cargo. Michael Sarris afirma que pretende facilitar a tarefa da comissão de inquérito. Um dos investigadores é o Procurador-Geral cipriota, Petros Clerides, que falou com a euronews por telefone.

“Ele demitiu-se porque um dos assuntos investigados é o dinheiro que foi usado de um fundo de emergência do banco central europeu e isto aconteceu essencialmente no tempo em que Michael Sarris era presidente do banco Laiki”, refere Clerides.

Sobre o envolvimento de pessoas próximas do presidente… “Existem vários nomes de políticos mas isso não significa necessariamente que tenham feito alguma coisa errada, mas se falarmos de grandes montantes, então as coisas pioram. Estas pessoas próximas do presidente, ele de facto pediu para que a investigação começasse por ele, pelos familiares e o pelo gabinete”, diz.

A crise na Grécia pode ter uma ligação com o vizinho Chipre. Questionamos sobre se há gregos suspeitos de responsabilidade na crise. “É muito possível que existam gregos envolvidos e que tenham pedido empréstimos gratuitos”, afirma.

Os próximos dias serão determinantes para se perceber quem de facto esteve na origem da crise.