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Ameaça norte-coreana leva David Cameron a defender programa militar da guerra fria

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Ameaça norte-coreana leva David Cameron a defender programa militar da guerra fria

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A ameaça nuclear da Coreia do Norte volta a ressuscitar a estratégia militar da guerra fria, no Reino Unido.

O primeiro-ministro britânico afirmou estar contra o fim do programa de dissuasão militar do país, defendendo a renovação da frota de submarinos nucleares Vanguard, equipados de mísseis balísticos Trident.

David Cameron citou as ameaças de Teerão e Pyongyang como uma justificação para prosseguir um programa, cujos custos e eficácia são postos em causa dentro da coligação do governo.

As ameaças de Kim Jong Un de lançar uma guerra atómica, associadas à decisão de reativar o programa nuclear do país, levaram já a Coreia do sul a preparar planos para um eventual conflito.

Os Estados Unidos enviaram já dois navios de guerra e preparam-se para instalar baterias anti-míssil Patriot na sua base na ilha de Guam.

O secretário da defesa norte-americano, Chuck Hagel, reconheceu “ que para lá da retórica belicista de Pyongyang, as ações do regime representam um perigo real”.

O secretário geral da ONU declarou estar “profundamente preocupado com a tensão crescente na península coreana”, depois de Pyongyang ter declarado o “estado de guerra com sul”, em resposta ao reforço das sanções das Nações Unidas contra o país.