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Obama apela ao Senado a pôr fim ao “conflito” sobre controlo da venda de armas
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Barack Obama deslocou-se a Denver no Colorado para afirmar que o país não pode esperar por um novo massacre como o de Aurora ou Colombine, que abalaram o estado, para agir no controlo das armas de fogo no país.

Frente à academia de polícia da cidade, pioneira na adoção de controlos mais estritos sobre os antecedentes criminais dos proprietários de armas, o presidente voltou a apelar a um consenso no senado sobre o tema.

“Não penso que exista qualquer conflito que não permita reconciliar os dois campos, um conflito entre quem quer proteger os nossos cidadãos e aqueles que querem proteger o direito à auto-defesa previsto na segunda emenda da constituição”.

Um apelo que coincide com o debate, no Senado, durante este mês, de várias propostas para reforçar os controlos sobre a venda de armas.

Fora da discussão vai estar, no entanto, a medida mais emblemática defendida por Obama relativa à renovação da proibição da compra de armas automáticas.

Apesar das divisões a nível nacional, os estados do Connecticut ou Maryland conseguiram já chegar a um consenso para adotar medidas como a criação de um registo de delinquentes condenados ou limitar a venda de carregadores de alta capacidade.

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