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Coreia do Norte deixará de garantir segurança de representações diplomáticas

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Coreia do Norte deixará de garantir segurança de representações diplomáticas

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A Coreia do Norte advertiu que não pode garantir a segurança das representações diplomáticas estrangeiras e organizações internacionais no país a partir do próximo dia 10, em caso de conflito. O regime de Kim Jong-Un, que multiplica as declarações belicistas, instalou um segundo míssil de alcance médio na costa leste, alimentando os receios de um disparo iminente, algo que, segundo Washington, não seria uma surpresa.

Em Moscovo, o chefe da diplomacia russa explicou que “o aviso foi feito a todas as embaixadas em Pyongyang e [o Kremlin] está agora a tentar clarificar a situação. [A Rússia] colocou aos vizinhos norte-coreanos uma série de questões, normais neste contexto e mantém um contacto próximo com a China, os Estados Unidos, a Coreia do Sul e o Japão, todos participantes nas discussões sobre o programa nuclear da Coreia do Norte”.

A crescente tensão entre as duas Coreias levou os Estados Unidos a anunciarem a intenção de instalar um sistema de defesa antimíssil na ilha de Guam, território estratégico norte-americano no Pacífico ocidental.

Aliado tradicional da Coreia do Norte, Fidel Castro, apelou a Pyongyang para evitar uma guerra com Seul, numa mensagem publicada pelos meios oficiais cubanos.