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Pyongyang corta o último "vínculo" com o sul

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Pyongyang corta o último "vínculo" com o sul

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O único símbolo da cooperação entre as duas Coreias tornou-se um novo terreno de batalha para Pyongang. A Coreia do Norte afirma estar a estudar o possível encerramento do complexo industrial intercoreano de Kaesong, depois de ter retirado os seus 50 mil trabalhadores das instalações. Um encerramento que deixa mais de 400 sul-coreanos dentro da zona fabril.

Para o porta-voz do ministério da unificação sul coreano, “a decisão unilateral da Coreia do Norte não tem qualquer justificação e o país será responsável por todas as eventuais consequências”.

Treze fábricas sul-coreanas tiveram que suspender as suas operações desde que Pyongyang bloqueou a entrada de pessoas e mercadorias, na semana passada.

Uma dor de cabeça para a associação de empresários de Kaesong, reunida ontem de emergência em Seul, mas também para o regime comunista. A atividade da zona industrial gera mais de 61 milhões de euros anuais sendo um recurso económico vital para a frágil economia comunista.