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Ryanair rejeita acusações de "escravatura"

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Ryanair rejeita acusações de "escravatura"

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A companhia de baixo custo Ryanair rejeitou as acusações de duas ex-empregadas, que pretendem colocar a transportadora aérea irlandesa perante a justiça norueguesa por condições de trabalho que descrevem como “escravatura”.

As duas ex-hospedeiras de bordo norueguesas acusam a Ryanair de violação da legislação laboral e despedimento injusto.

Uma das queixosas explica que vive “num dos países mais caros do Mundo”, mas recebia “um salário equivalente a um país do Sul, sem sequer ser paga quando estava doente”.

Para além dos salários baixos, as duas denunciam uma privação de determinados direitos e um ambiente de trabalho marcado por um regime de terror, “stress” e pressões.

O presidente da Ryanair defende-se, dizendo que “elas inventaram estas acusações falsas, seis meses depois de serem despedidas; uma por violação das regras de segurança e a outra por faltar ao trabalho”.

Michael O’Leary estima que as condições de trabalho a bordo dos aviões da Ryanair, registados na Irlanda, emanam do direito irlandês e, por tanto, não são da competência da justiça norueguesa.