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EUA dizem a Pyongyang para evitar "erro enorme"

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EUA dizem a Pyongyang para evitar "erro enorme"

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A calma ilusória na fronteira entre a Coreia do Norte e do Sul contrasta com a tensão crescente entre Pyongyang e a comunidade internacional.

Enquanto o regime norte-coreano se prepara para assinalar o aniversário do fundador do país com um novo disparo de um míssil de longo alcance, os Estados Unidos avisaram Kim Jong-Un para evitar “um erro enorme”.

Para um ex-espião militar sul-coreano, a situação atual “é mais séria do que no passado, quando um homem razoável dirigia a Coreia do Norte. Agora, a liderança norte-coreana já não é razoável e isso é motivo de grande preocupação”.

De passagem por Seul, o secretário de Estado norte-americano propôs, juntamente com o chefe da diplomacia sul-coreana, reavivar o acordo de 2005 que previa uma ajuda a Pyongyang em troca da desnuclearização.

Mas John Kerry alertou também contra a crescente retórica belicista, frisando que “a Coreia do Norte não será aceite como potência nuclear. A retórica atual vinda da Coreia do Norte é simplesmente inaceitável”.

Face às intenções de Pyongyang de efetuar um novo lançamento de míssil e da ameaça do regime norte-coreano contra o Japão, Tóquio autorizou formalmente o exército nipónico a destruir qualquer projétil que ameace o seu território.