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Multiplicam-se apelos à transparência no processo eleitoral venezuelano

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Multiplicam-se apelos à transparência no processo eleitoral venezuelano

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Hoje é dia de reflexão na Venezuela.

Cerca de 19 milhões de eleitores escolhem, este domingo, o sucessor de Hugo Chávez. Na contagem decrescente para as presidenciais multiplicam-se os apelos à transparência do processo eleitoral. Um pedido formalizado por escrito por centenas de líderes políticos da América Latina.

A Comissão Nacional Eleitoral diz que o país está pronto para as eleições.

“Testámos as máquinas de votação eletrónica e está tudo a funcionar. Os eleitores vão ter um ecrã tátil onde vão aparecer os nomes e as fotos dos candidatos para que possam fazer a escolha” afirma Carmen Duenas.

O escrutínio vai ser seguido de perto por mais de uma centena de observadores internacionais, entre eles está pela pela primeira vez uma missão da União de Nações Sul-Americanas.

“Podemos afirmar que o sistema eleitoral venezuelano é sólido, credível e eficiente” refere Wilfredo Penco da União de Nações Sul-Americanas.

Considerado um dos mais avançados do mundo, o sistema de votação venezuelano não impede situações de fraude. Que o diga o elemento do governo que assumiu ter acesso ao código secreto de programação de milhares de máquinas de votação eletrónica.