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EUA em choque: explosões mortais tornam maratona de Boston num cenário de carnificina

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EUA em choque: explosões mortais tornam maratona de Boston num cenário de carnificina

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A primeira bomba explodiu quando a maratona de Boston estava a aproximar-se do fim. A segunda deflagração aconteceu logo a seguir, a algumas dezenas de metros, na concorrida Boylston Street, onde estavam concentrados milhares de espetadores.

Há, pelo menos, três vítimas mortais a registar, entre as quais uma criança de oito anos, e mais de uma centena de feridos. De um momento para o outro, o centro de Boston tornou-se num cenário de horror. Muitas das pessoas atingidas ficaram mutiladas.

Ao que tudo indica, o primeiro engenho explosivo estava num caixote do lixo. Alegadamente, outras duas bombas foram encontradas nas imediações. Não há, ainda, indícios sobre a natureza deste ataque que se produziu cerca de quatro horas após o arranque da corrida, quando a maior parte dos 23 mil participantes já tinha terminado.

Uma testemunha conta que estava “na zona VIP, quando a primeira bomba rebentou, atingindo as pessoas na rua. Depois, foi a outra, mais abaixo.” Este homem relata que “os ferimentos são muito graves, há muitas lacerações, amputações, as explosões foram enormes. Há muito sangue em todo o lado.”

As autoridades encerraram a baixa de Boston num perímetro de quinze quarteirões. Uma hora depois dos rebentamentos, um incêndio deflagrou na Biblioteca John F. Kennedy, a 5 quilómetros da Boylston Street. Ainda não foi apurada uma eventual ligação ao ataque.