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Maioria dos prisioneiros palestinianos recusa alimentos

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Maioria dos prisioneiros palestinianos recusa alimentos

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Cerca de 3000 palestinianos detidos por Israel recusaram alimentar-se, esta quarta-feira. Hoje, assinala-se o dia do prisioneiro e as manifestações de apoio aos 4700 homens e mulheres que se encontram nas prisões israelitas multiplicaram-se na Cisjordânia e na Faixa de Gaza.

Os palestinianos apelam, também, à libertação de todos aqueles que estão em greve de fome desde 2012. É o caso de Samer Issawi que não come há praticamente 270 dias e que está a ser alimentado por via intravenosa.

“Gostava que todos os prisioneiros fossem libertados especialmente o meu filho. Não existe uma lei no mundo que proíba uma mãe ou a família de visitar o filho na prisão em greve de fome há oito meses, sobretudo, tendo o conta o atual estado de saúde” afirma a mãe de Issawi.

A saúde de Issawi, de 32 anos, inspira cuidados. O palestiniano, acusado de estar envolvido em ataques contra alvos israelitas, foi condenado a 26 anos de prisão. Libertado em 2011 acabou por ser detido, em julho do ano passado, alegadamente por ter tentado entrar em Jerusalém de onde é natural.