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FMI: Uma Europa em dificuldades e um Brasil afirmativo

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FMI: Uma Europa em dificuldades e um Brasil afirmativo

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Alturas houve em que as reuniões do Comité Financeiro do Fundo Monetário Internacional motivavam manifestações maciças em Washington. Não foi o caso. Houve um protesto, sim, mas limitado à realidade económica da Etiópia.

No interior da sede do FMI, o encontro ficou marcado pelas declarações do ministro alemão das Finanças. Wolfgang Schäuble veio salientar que todos os europeus partilham do objetivo alemão de reduzir os défices públicos, reconhecendo que a Europa precisa de tempo, pelo que não pode assumir o papel de motor do crescimento mundial.

Christine Lagarde, diretora do FMI, veio reforçar a necessidade de criar emprego, sobretudo para os mais jovens, e que as políticas têm de ser mais diversificadas para atingir esse fim, uma vez que as atuais não estão a surtir o efeito pretendido.

Também o Brasil esteve em destaque nesta reunião, com o ministro das Finanças, Guido Mantega, a afirmar que os Estados Unidos e a Europa estão a resistir ao novo equilíbrio de forças mundial, atrasando mudanças no FMI que darão mais representatividade aos países emergentes.