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Investigações em Boston incidem na viagem de Tamerlan ao Daguestão

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Investigações em Boston incidem na viagem de Tamerlan ao Daguestão

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Terminado o pesadelo de Watertown, começou a angústia provocada pela ausência de respostas. Dzhokhar Tsarnaev, capturado graças a uma complexa operação que envolveu câmaras de deteção térmica, encontra-se hospitalizado em estado grave. O jovem de 19 anos foi alvejado na garganta, não se sabendo quando terá capacidade para falar.

Entre os moradores desta localidade nos arredores de Boston, onde decorreu a caça ao homem, há quem afirme que não chegou a sentir perigo, apenas quando a polícia “deu uma rajada de tiros, na altura em que estabeleceu o perímetro” em torno da casa onde estava o suspeito. Mas há também residentes que realçam que a sensação de medo durou e era bem palpável.

Aparentemente, as investigações indicam que os dois irmãos, suspeitos do atentado na maratona, terão agido sem apoio exterior. No entanto, cada vez mais ganha relevância o apuramento do que aconteceu na viagem que Tamerlan Tsarnaev fez ao Daguestão, em 2012, e as condições que levaram o FBI a não detetar um potencial perigo no interrogatório que lhe fez no ano anterior. O irmão mais novo possuía nacionalidade americana; Tamerlan ainda não a tinha conseguido obter.