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Pequim rejeita ajuda externa para lidar com vítimas do terramoto

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Pequim rejeita ajuda externa para lidar com vítimas do terramoto

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Mais de vinte e quatro horas após o terramoto que atingiu o sudoeste da China, as autoridades prosseguem os trabalhos de resgate das centenas de vítimas aprisionadas sob os escombros.

O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, visitou este domingo a área afetada pelo abalo de 6,6 de magnitude na escala de Richter, na província de Sichuan, a quarta região mais populosa do país.

O número de mortos e desaparecidos ascende já a mais de 200 pessoas, mais de 11.500 terão ficado feridas.

Pequim mobilizou cerca de 17 mil militares e polícias para a região onde se registaram mais de um milhar de réplicas desde o primeiro abalo, que durou 30 segundos.

Na cidade de Ya’an, onde se localizou o epicentro do terramoto, as equipas de resgate, prosseguem as tarefas para recuperar corpos dos escombros, mas também alguns sobreviventes.

Depois de cinco horas de buscas, os bombeiros conseguiram retirar uma sobrevivente enterrada sob três placas de cimento, a mulher, entretanto hospitalizada encontra-se fora de perigo.

Apesar dos relatos que falam de falta de mantimentos e medicamentos, Pequim afirmou que não necessita de ajuda externa para poder lidar com a situação.

A província de Sichuan tinha sido já palco de um terramoto de 7,9 de magnitude, que provocou mais de 70 mil mortos em maio de 2008.