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China: operações de resgate após sismo intensificam-se apesar das dificuldades

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China: operações de resgate após sismo intensificam-se apesar das dificuldades

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As operações de resgate na região chinesa de Sichuan, atingida por um forte sismo no sábado, foram intensificadas esta segunda-feira, apesar da multiplicação de réplicas e das dificuldades de acesso às zonas afetadas.

Depois do sismo de magnitude 6.6 na escala de Richter, foram já registadas mais de 2300 réplicas, provocando dezenas de deslizamentos de terras. As previsões de chuva para os próximos dias fazem temer dificuldades adicionais.

Mais de 22 mil socorristas, entre os quais 17 mil soldados e polícias, tentam encontrar sobreviventes entre os escombros e chegar a várias localidades cujos acessos estão ainda bloqueados.

Helicópteros da Força Aérea começaram a lançar ajuda humanitária sobre as áreas inacessíveis, enquanto a Cruz Vermelha chinesa organiza distribuições de bens de primeira necessidade às centenas de milhares de pessoas afetadas pela tragédia.

Em Lushan, uma residente explica que depende agora “da distribuição de comida para sobreviver”. Acrescenta que come quando consegue “receber alguma comida, caso contrário não come”.

O último balanço oficial aponta para 188 mortos, 25 desaparecidos e perto de 12 mil feridos, mil dos quais em estado grave.