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Alemanha é contra corte nas taxas de juro do BCE

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Alemanha é contra corte nas taxas de juro do BCE

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A Alemanha dá sinais de desaceleração económica, mas não cede. No debate sobre a necessidade de relançar o crescimento, Berlim opõe-se a vários países europeus, responsáveis da Comissão Europeia e do Fundo Monetário Internacional, que defendem um ligeiro desvio da rota da austeridade.

Os investidores esperam que o BCE baixe as taxas de juro na próxima semana, para ajudar a economia da zona euro em recessão. Mas numa conferência em Dresden, a chanceler Angela Merkel disse: “O Banco Central Europeu (BCE) está numa posição difícil. Para a Alemanha deveria subir ligeiramente as taxas de juro, mas para os outros países tem de aumentar a liquidez, para que o dinheiro financie as empresas”.

Mas o maior fabricante automóvel europeu, a Volkswagen, espera meses difíceis. O mercado automóvel alemão afundou em março, seguindo a tendência europeia, e os lucros da empresa caíram 38% entre janeiro e março.

A Alemanha registou, em abril, uma queda inesperada da atividade económica e um recuo superior ao previsto da confiança dos investidores. Mesmo assim, Berlim subiu para 0,5% as previsões de crescimento para este ano.