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A Holanda à espera do novo rei

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A Holanda à espera do novo rei

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A Holanda está em contagem decrescente para a coroação de Guilherme Alexandre como novo rei.

Esta terça-feira as autoridades estimam que mais de oitocentas mil pessoas acorram a Amesterdão para o evento.

As lojas de lembranças estão a postos e prontos para vender todo o tipo de objetos. A cor laranja é rainha…

“Todos têm de usar a cor laranja. O que mais se vende são as t-shirts, as camisolas e estolas, como esta,” conta esta vendedora.

Nas ruas um casal venezuelano, naturalizado holandês, exibe com orgulho a camisola que assinala a coroação do novo rei.

“Adoramos a cor laranja. Fica muito bem!”, exclama Reina Reys.

Astrubal Medina afirma que “a família real holandesa é muito simpática e acessível. Não é tão rígida como outras.”

Depois de mais de um século com rainhas a chefiar a casa real, a Holanda vê, terça-feira, um homem subir ao trono. Os analistas políticos dizem que a popularidade de Guilherme Alexandre advém de duas mulheres: a mãe, a rainha Beatriz e principalmente à mulher, Máxima.

“Enquanto dizemos que vamos ter um rei creio que o importante é percebermos que vamos ter, também, uma rainha. Máxima é mais popular do que Guilherme Alexandre e tão popular como a rainha Beatriz. Isso é alguma coisa pois acabou de entrar para a família real,” afirma o analista André Krouwel.

O enviado especial da euronews, Olaf Bruns, conta que “tudo se resume a símbolos. O rei é, essencialmente, um símbolo da unidade nacional. O seu verdadeiro papel político é a designação da pessoa que vai tentar forjar uma coligação de governo, depois das eleições legislativas, após a dissolução do parlamento, há um ano.”