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Liberdade de imprensa: vítimas e predadores de 2013

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Liberdade de imprensa: vítimas e predadores de 2013

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O dia internacional da liberdade de imprensa é assinalado hoje em todo o planeta, com várias homenagens aos 19 profissionais mortos este ano.

Mais de uma dezena de caídos em combate, pelo direito a informar, vítimas dos ajustes de contas dos traficantes de droga no México, ou apanhados no fogo cruzado do conflito sírio.

Profissionais impedidos de trabalhar, como os 16 jornalistas iranianos detidos desde o início do ano, entre mais de 174 atualmente aprisionados em todo o mundo.

Uma data recordada pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon:

“Podemos fazer muito mais para evitar esta situação, incluindo garantir mais proteção através da legislação. Apelo a todos para darem o seu melhor para traduzir as palavras em ações de forma a criar um ambiente mais seguro para a imprensa”.

A organização Repórteres sem Fronteiras publica a sua lista anual de “predadores da liberdade de imprensa”.

Entre os “recém-chegados”, encontra-se o novo presidente chinês ou a irmandade muçulmana do Egito. Coreia do Norte e Irão permanecerem no topo da lista da qual já não fazem parte, este ano, o Myanmar, Hamas e Autoridade Palestiniana, assim como a organização separatista basca ETA.