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China quer relançar processo de paz no Médio Oriente

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China quer relançar processo de paz no Médio Oriente

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Pequim quer ajudar a relançar das negociações de paz israelo-palestinianas e o timing não podia ser melhor.

Benjamin Netanyahu está na China para uma visita de cinco dias com o objetivo de impulsionar o comércio bilateral com o gigante asiático que tem vindo a assumir, ao mesmo tempo, um papel de destaque na diplomacia internacional.

O jornal Haareetz confirma, na edição desta terça-feira, a intenção do chefe de governo israelita suspender a construção de novos colonatos judaicos em território ocupado até meados de junho. A promessa terá sido feita ao Secretário de Estado norte-americano, John Kerry, com intuito de relançar as negociações de paz bloqueadas desde 2010. O fim da colonização é uma das condições impostas pelos palestinianos para se sentarem à mesa das negociações.

A China diz-se pronta a ajudar

“Apoiamos a resolução do diferendo entre palestinianos e israelitas. O facto de a China receber os líderes dos dois países faz parte dos esforços para relançar o processo de paz no Médio Oriente” afirma uma porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.

O primeiro a deslocar-se à China foi o presidente da Autoridade Palestiniana. Durante a visita de três dias Mahmoud Abbas assinou vários acordos de cooperação e ouviu do presidente chinês aquilo que queria: que o gigante asiático apoia a causa do povo palestiniano.