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Bulgária sem verdadeira alternativa política

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Bulgária sem verdadeira alternativa política

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Domingo de eleições na Bulgária um escrutínio antecipado que não deverá mudar a situação em que o país se encontra.

Corrupção, austeridade e desemprego: os búlgaros fizeram cair o Governo de centro-direita, Boiko Borisov mas sem alternativas políticas é provável que volte a ser eleito.

As sondagens dão um empate entre o Partido Socialista e a formação de Borisov.

O líder do Partido Socialista, Sergey Stanishev tenta impor-se e prometeu criar 250 mil empregos.

No entanto os búlgaros lembram-se de que a última vez que um governo socialista esteve no poder, entre 2005 e 2009, o país passou por uma explosão de crédito, falência e encontra-se atualmente em profunda recessão.

Seis anos após a adesão à União Europeia, a Bulgária vive um profundo descontentamento.

Ontem foram confiscados 350.000 boletins de voto ilegais o que agrava o clima de desconfiança e tensão.

As acusações de fraude são dirigidas contra o partido do ex-primeiro-ministro Boyko Borisov, Cidadãos para o Desenvolvimento Europeu da Bulgária (GERB). O mesmo que os protestos de rua derubaram no início do ano.