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África do Sul: morte de sindicalista reacende protestos na mina de Marikana

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África do Sul: morte de sindicalista reacende protestos na mina de Marikana

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A mina de Marikana, na África do sul, volta a ser palco de protestos dos trabalhadores, depois da revolta de Agosto ter provocado mais de 50 mortos na região.

Cerca de duas mil pessoas manifestaram-se num estádio, junto à instalação, para protestar contra o assassínio de um sindicalista, no fim de semana, que deveria testemunhar no processo sobre os protestos do ano passado.

O sindicato maioritário dos mineiros, considerado o mais radical, convocou uma greve esta terça-feira, que deverá prolongar-se pelo dia de amanhã.

Os responsáveis da União dos Mineiros e Operários da Construção Civil acusam as empresas mineiras de terem boicotado o sindicato nas negociações recentes para reduzir seis mil postos de trabalho em várias instalações do país.

As operações nos 13 poços da mina de platina de Marikana foram suspensas devido à greve que revela igualmente a tensão crescente entre os dois principais sindicatos do setor.