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Conselho do Ártico abre as portas à China e à Índia

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Conselho do Ártico abre as portas à China e à Índia

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O Conselho do Ártico abre as portas aos países emergentes numa decisão que revela a crescente importância económica da região.

A organização internacional que reúne Estados Unidos, Russia, Canadá e países nórdicos convidou, pela primeira vez, nações como a China ou a Índia a sentarem-se à mesma mesa, na Suécia, com o estatuto de países observadores.

A adesão da União Europeia fica, no entanto, dependente da resolução de um diferendo comercial com o Canadá.

Para o ministro dos Negócios Estrangeiros finlandês, Erkki Tuomioja:

“Trata-se antes de mais de uma reunião para falar da preservação do ambiente e do habitat dos povos indígenas, o que é também um bom processo de aprendizagem para os novos países para conhecerem os problemas reais da região”.

A organização alarga assim as suas fronteiras, ao mesmo tempo que reconhece, pela primeira vez, “o papel do comércio no desenvolvimento do Ártico”.

Uma importância que é uma das consequências do aquecimento global, que permitiu a abertura de novas rotas marítimas e a exploração dos recursos energéticos e minerais da região.