Última hora

Última hora

Dinamarca vence Festival da Eurovisão 2013

Em leitura:

Dinamarca vence Festival da Eurovisão 2013

Tamanho do texto Aa Aa

Fique por dentro do Festival Eurovisão da Canção 2013 e acompanhe tudo em direto no site da euronews, com a nossa cobertura especial. Mesmo se Portugal não está presente, tem provavelmente uma canção favorita entre as 26 finalistas. Depois da vitória de Loreen em 2012, a tradição cumpre-se e é o vencedor do ano passado, neste caso a Suécia, a organizar esta edição, que decorre na cidade de Malmö. Não se esqueça de ir atualizando o seu navegador, para ir acompanhando a nossa cobertura minuto a minuto.

A Dinamarca é a grande vencedora do Festival da Eurovisão 2013. Emmelie de Forest, com a canção “Only teardrops”, venceu destacada, à frente do Azerbaijão, da Ucrânia e da Noruega.

Sabia que já houve uma portuguesa a vencer o Festival da Eurovisão, mesmo se Portugal nunca venceu? É verdade, em 1977 Marie Myriam, de seu verdadeiro nome Myriam Lopes Elmosino, venceu em representação da França, com “L’oiseau et l’enfant”. Esta continua a ser, até agora, a única vitória francesa no Festival. Foi, justamente, à França que coube abrir a edição 2013, com Amandine Bourgeois e a canção “L’enfer et moi”.

O álcool é de graça neste Festival da Eurovisão: Talvez não seja bem assim, mas pelo menos é o que prometem os gregos Koza Mostra e Agathon Iakovidis, que incendiaram o palco com o tema “Alcohol is free”. Os gregos ficaram com o sexto lugar.

Se os participantes estão, na maioria, a dar os primeiros passos na música, há duas exceções este ano: Bonnie Tyler representou o Reino Unido com “Believe me” e Tony Iommi, guitarrista dos Black Sabbath, participou, não como cantor mas como compositor: É dele o tema “Lonely Planet”, que os Dorians interpretaram em representação da Arménia.

Como prometido, a representante da Finlândia, Krista Siegfrids, voltou a criar um “momento quente”, ao beijar na boca uma das coristas, depois de ter interpretado um tema com um título sugestivo – “Marry me” (casa comigo).

Noutro momento insólito da noite, o representante da Roménia, Cezar, apareceu com um fato inspirado nas lendas de Drácula, para interpretar uma canção quase inteiramente em falsete – “It’s my life”.

Raquel del Rosario, vocalista do trio espanhol El sueño de Morfeo, protagonizou um dos melhores momentos, com a canção “Contigo hasta el final”. Também a Moldávia parecia ter pela frente uma noite prometedora. Contrariando a tendência crescente para cantar em inglês, Aliona Moon escolheu a língua materna para interpretar “O Mie”. Com uma capacidade vocal surpreendente, Aliona teve talvez a melhor interpretação de todo o festival. Mas tanto a Espanha como a Moldávia ficaram afastadas dos lugares cimeiros.

A vencedora não desiludiu. A Dinamarca era favorita, ainda antes do festival, segundo as bancas de apostas britânicas. Confira aqui. Margaret Berger, com “I feed you my love”, também não deixou desiludidos os fãs noruegueses.

Pelo palco passaram ainda os representantes da Lituânia, Estónia, Bielorrússia, Malta, Rússia, Alemanha, Holanda, Suécia, Hungria, Bélgica, Islândia, Azerbaijão, Ucrânia, Itália, Geórgia e Irlanda, que fechou a festa, com Ryan Dolan e “Only love survives”.

Ao falar de Eurovisão, é inevitável que venha à baila a questão dos favoritismos entre vizinhos. O caso mais flagrante é o da Grécia e Chipre, que historicamente se dão sempre a pontuação mais alta. Portugal tem votado em massa nos vizinhos espanhóis (150 pontos dados no conjunto das edições do festival), mas o país que até hoje deu mais pontos a Portugal foi França, talvez devido ao grande número de portugueses neste país (130 pontos dados até agora). Leia aqui o artigo da euronews.

Terminamos com o humor do nosso cartoonista Etienne Barthomeuf e a sua versão do sistema de votos: