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Medo e 'glamour' no Festival de Cannes

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Medo e 'glamour' no Festival de Cannes

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Mesmo em Cannes, a realidade ultrapassa, por vezes, a ficção. Foi o que aocnteceu neste terceiro dia do Festival de Cannes. Para além de um roubo espetacular de joias, houve também um tiroteio em pleno direto do “Grand Journal”, uma emissão da televisão francesa Canal +. Foi mais o medo do que outra coisa. Um ato de um desequilibrado mental que, felizmente, não provocou feridos.

Mas o “show must go on” e a passadeira vermelha engalanou-se de estrelas internacionais, antes da projeção dos dois filmes do dia, em competição.

“Dois novos filmes foram apresentados em competição, ao júri e ao público. O sombrio e violento “A touch of sin”, do chinês Zia Zhang-Ke e o muito esperado filme do iraniano Ashgar Farhadi, “Le passé”, filmado em França. As primeiras projeções para a imprensa foram bem recebidas. É, talvez, um sério candidato à Palma de Ouro”, explica Frédéric Ponsard, o enviado da euronews a Cannes.

Asghar Farhadi é o realizador que deu o primeiro Óscar ao Irão com “Uma Separação”. Desta vez, com “Le passé” volta ao tema da separação e mais concretamente, do divórcio.

“A Touch of Sin”, por seu lado, é uma obra que retrata quatro tipos de violência na China de hoje.