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Moscovo alimenta a guerra na Síria

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Moscovo alimenta a guerra na Síria

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“Uma infeliz decisão” a crítica dos Estados Unidos à Rússia que vendeu de novo mísseis ao governo sírio.

Com um alcance de 300 km o modelo vendido, Yakhont, ameaça os navios de guerra estacionados no Mediterrâneo.

A divisões entre as potências mundiais, que têm impedido a busca de uma resolução coordenada, ficam novamente expostas.

O oficial militar mais graduado dos Estados Unidos, o general Martin Dempsey declarou:

“É, no mínimo, uma decisão infeliz que vai animar o regime e prolongar o sofrimento. Então, é inoportuna e muito infeliz.”

Dez 10 dias depois de a Rússia ter concordado com os Estados Unidos em enterrar as diferenças este é um golpe que pode levar ao aborto da conferência internacional urgente para acabar com a guerra.

O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon encontrou-se ontem com o presidente russo, Vladimir Putin, disse que a conferência deve ocorrer o mais breve possível. No entanto, nenhuma data foi ainda acordada.

A guerra na Siria já matou mais de 80 mil pessoas
Sírios e segundo a ONU causou 1,5 milhões de refugiados.