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Tunísia declara Ansar Al-Shariaa "ilegal" e terrorista

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Tunísia declara Ansar Al-Shariaa "ilegal" e terrorista

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A calma regressou à Tunísia, cujo governo se diz determinado a lutar contra os djiadistas da Ansar Al-Shariaa que considera agora “terroristas”.

Depois dos confrontos de domingo, entre membros daquela organização e a polícia, na cidade santa de Kairouan, o primeiro-ministro tunisino, Ali Larayedh, pôs fim a uma eventual ambiguidade: os islamitas da Ennahda, que lideram o governo, não querem ter nada a ver com a Ansar Al-Shariaa: “A Ansar Al-Shariaa é uma organização ilegal. É uma organização que exerce violência contra indivíduos e locais sagrados; insulta e desafia o Estado; não reconhece a cidadania nem as regras nas quais o Estado se baseia; está ligada ao terror, no qual é especialista.”

O executivo proibiu o congresso da organização, depois de esta ter proferido ameaças de guerra. Foi essa proibição que levou aos confrontos, de domingo, com a polícia, que provocaram, pelo menos, um morto e centenas de detidos, entre eles, a ‘femen’ Amina, que tentou colocar uma faixa feminista numa mesquita.