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EUA: Bernanke defende programa de estímulos

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EUA: Bernanke defende programa de estímulos

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O presidente da Reserva Federal norte-americana foi ao Congresso dizer que ainda é cedo para abrandar ou pôr fim ao programa de estímulos à maior economia do mundo.

Ben Bernanke destacou os benefícios da atual política monetária, mas também os desafios que persistem: “No primeiro trimestre, o crescimento económico foi suportado pelo aumento do consumo das famílias e empresas, que compensou largamente os cortes na despesa pública, sobretudo, na área da Defesa. Mas, apesar das melhorias, o mercado de trabalho continua fraco. O desemprego está ainda acima do nível normal a longo prazo, as taxas de desemprego de longa duração estão em máximos históricos e a taxa de participação laboral continuaram a cair”.

Nos primeiros três meses, o PIB dos Estados Unidos cresceu 2,5%. Mas o desemprego está ainda nos 7,5%. Na última reunião, a FED disse que está preparada para aumentar ou diminuir o programa de estímulos, em função das condições económicas.

Para já vai continuar a comprar, mensalmente, mensal de 85 mil milhões de dólares em títulos do Tesouro e hipotecários e manter as taxas de juro próximas de zero, como acontece desde 2008.