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FMI incentiva Londres a aliviar austeridade

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FMI incentiva Londres a aliviar austeridade

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Para o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Reino Unido deve aliviar a política de austeridade a favor do crescimento, tendo em conta a frágil retoma económica, a mais fraca da história recente.

Mas no relatório anual, o FMI não é contra os cortes na despesa previstos por George Osborne, ministro britânico das Finanças, para baixar um dos défices mais elevados na União Europeia.

O FMI diz haver sinais encorajadores. A economia britânica deverá crescer, este ano, 0,7% e 1,5% em 2014. As estimativas do FMI foram revistas em baixa em abril, depois do país ter escapado a uma terceira recessão.

O FMI incentiva o Banco de Inglaterra a manter o programa de estímulos. A instituição continua a comprar ativos e mantêm as taxas de juro num mínimo histórico. Mas vários membros têm impedido o alargamento do programa, devido à inflação que, apesar de estar em queda, continua acima da meta de 2%.

Para o FMI, Londres deveria diversificar a economia para o setor das exportações, para não depender tanto do consumo interno, reduzir os impostos às empresas, avançar com o investimento em infraestruturas e fomentar o investimento privado.

O relatório recorda que o rendimento “per capita” continua a ser 6% inferior ao nível antes da crise.