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Belmokhtar terá estado envolvido no duplo atentado no Níger

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Belmokhtar terá estado envolvido no duplo atentado no Níger

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Grupos radicais islâmicos reivindicaram os atentados suicidas no Níger, os primeiros na história do país.

Na mira dos insurgentes: uma base militar e uma mina de urânio pertencente ao grupo francês Areva. Dois ataques com recurso a carros armadilhados e que provocaram mais de duas dezenas de mortos. Ações que os rebeldes islamitas justificam com o envolvimento do Níger na ofensiva no norte do Mali. Uma operação liderada pela França, um dos outros países visados neste duplo atentado suicida.

O grupo Movimento para a Unidade e a Jihad na África do Oeste – que ocupava o norte do Mali desde 2012 – assumiu, entretanto, a autoria dos ataques, em conjunto, com o argelino Mokhtar Belmokhtar que estava dado como morto.

O governo do Níger decretou, entretanto, três dias de luto nacional. O grupo francês suspendeu, temporariamente a produção e anunciou o reforço da segurança. Recorde-se que quatro dos sete empregados do grupo raptados em 2010 continuam em cativeiro.

O chefe de Estado, François Hollande, já prometeu acabar com o rapto de franceses. Como medida de precaução os que vivem no Níger foram aconselhados a permanecer em casa.