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Londrinos homenageiam soldado assassinado em Woolwich

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Londrinos homenageiam soldado assassinado em Woolwich

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Um mar de flores invadiu o local onde Lee Rigby foi assassinado, em Woolwich. A rua dos subúrbios de Londres tornou-se no centro de todas as homenagens ao soldado.

Entretanto, prossegue a investigação da Scotland Yard a este ataque. Além disso, o governo revelou que os serviços secretos britânicos já tinham informações sobre os dois homens responsáveis pelo homicídio, os supostos radicais islâmicos.

Durante uma visita a um centro ecuménico no norte do Londres, o vice-primeiro-ministro britânico lembrou que um dos objetivos destes radicais é também espalhar o medo junto dos muçulmanos. Nick Clegg afirmou ainda que “o terrorismo não tem religião porque não há convicções religiosas que justifiquem este tipo de ato selvagem, violência gratuita que se viu nas ruas de Woolwich, por isso agradeço à comunidade muçulmana por terem condenado este ataque.”

Uma mensagem que assume maior importância depois de já terem surgido manifestações da extrema-direita britânica contra a comunidade islâmica no Reino Unido. Uma das pessoas que foi ao local do crime depositar flores lembrou que “se devem trazer mais flores, quantas mais melhor, como forma de protesto, não sair para as ruas em protesto e atacar a polícia. Mostrem o descontentamento com flores.”

Este caso também provocou uma onda de críticas à atuação da polícia, que só chegou ao local 13 minutos depois de ter recebido o alerta e disparou 8 balas contra os suspeitos.