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ONU vai garantir paz no Congo nem que seja pela "força"

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As Nações Unidas vão garantir a segurança na República Democrática do Congo “nem que seja preciso empregar a força das armas”. A garantia foi dada pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, na deslocação a Kinshasa e depois a Goma, onde na segunda-feira a violência entre forças governamentais e os guerrilheiros do grupo m23 fez vinte mortos.

A ONU vai reforçar com uma brigada de capacetes azuis a força de manutenção de paz de 17 mil homens já presente no país. De acordo com o secretário-geral, o contingente “está mandatado para atuar para lá dos métodos tradicionais”.

Ban Ki-Moon seguiu para depois para o Ruanda, onde se reúne com o Presidente Paul Cagamé a quem vai pressionar no sentido dos ruandeses honrarem os compromissos de um plano de paz para a região assinado em fevereiro por onze países.

O Ruanda é acusado pela ONU Nações Unidas de apoiar os guerrilheiros da República Democrática do Congo, uma alegação negada por Kigali.

Presente na comitiva de Ban Ki-Moon, o presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, anunciou uma ajuda financeira de mil milhões de dólares para projetos de desenvolvimento em países dos grandes lagos.