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"La Vie d'Adèle" dado como favorito à Palma de Ouro pelos correspondentes internacionais

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"La Vie d'Adèle" dado como favorito à Palma de Ouro pelos correspondentes internacionais

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Com vários grandes favoritos, é difícil de prever que filme vai arrecadar esta noite a Palma de Ouro do sexagésimo sexto Festival de Cinema de Cannes. Depois de doze dias de estreias e tapetes vermelhos recheados de celebridades, vinte longas-metragens concorrem pelo almejado galardão.

O correspondente da euronews na cidade francesa, Wolfgang Spindler, diz que “o festival chega agora ao fim. Esta noite será o grande momento da entrega da Palma de Ouro. [A euronews quis saber] entre os membros da imprensa internacional, qual é o favorito”.

Entre os jornalistas questionados, um título é recorrente…

O francês David Speranski hesita entre “La Vie d’Adèle”, de Abdellatif Kechiche, e “Inside Llewyn Davis”, dos irmãos Coen.

O conterrâneo Damien Aubel diz que “a Palma de Ouro irá para Roman Polanski, os irmãos Coen ou James Gray”, que é aquele que afirma preferir.

O espanhol Carlos Gomez afirma que os seus “preferidos para a Palma de Ouro são ‘La Vie d’Adèle’ e ‘Inside Llewyn Davis’, que são os dois grandes favoritos. Mas já se sabe que os jurados decidem diferente dos jornalistas. Veremos o que decide Steven Spielberg”.

Xan Brooks, do Reino Unido, defende que o filme de Abdellatif Kechiche “é aquele que preenche todos os requisitos. É preciso ter em conta que Steven Spielberg é o presidente do júri. É improvável, dado o seu passado e os filmes que faz, que escolha algo realmente perigoso, estranho ou vanguardista. É mais provável que vá para um filme caloroso”.

Para o italiano, Pierpaolo La Rosa, o favorito é “La Vie d’Adèle” de Kechiche, “um filme extraordinário que conta de forma bastante delicada a história de amor entre duas jovens”.

A russa Elena Smolina também aponta a longa-metragem de Kechiche como favorita.

Uma opinião partilhada ainda pelo israelita Avner Shavit, para quem “é o favorito de todo o mundo”. Shavit acredita que “não houve um consenso tão grande em redor de um filme nos últimos anos”.