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Bruxelas alivia austeridade


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Bruxelas alivia austeridade

A mudança na tónica do discurso de Bruxelas, da austeridade para o crescimento, prosseguiu esta quarta-feira na apresentação das recomendações económicas anuais da Comissão Europeia. As alterações são essencialmente semânticas, já que o executivo europeu insiste na necessidade de reformas estruturais, em especial no mercado de trabalho e nas pensões, mas deu mais tempo aos países para reequilibrarem as contas.

“A Europa vai sair da crise”, afirmou Durão Barroso antes de apelar ao consenso. Para o presidente da Comissão “é necessário acabar com a ideia de que as políticas vêm de uma ou outra capital”, é necessário “um consenso europeu”.

Bruxelas recomendou o encerramento de cinco procedimentos de défice excessivo, incluindo o da Itália e deu a outros seis países, incluindo Portugal, mais tempo para corrigirem o défice.

Lisboa terá mais um ano, até 2015, para corrigir o défice orçamental que assim deverá ser de 5,5% este ano, de 4% em 2014 e atingir os 2,5% em 2015, em linha com as conclusões da sétima avaliação da ‘troika’.

Bruxelas recomenda também que Portugal mantenha “os esforços de limitação dos passivos contingentes resultantes de empresas públicas e das Parcerias Público-Privadas” e que mantenha a “dinâmica de reforma na gestão das finanças públicas.

França e Espanha vão ter mais dois anos para corrigir o défice, enquanto Holanda, Polónia e Eslovénia têm mais um ano para reequilibrarem as contas.

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