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Desemprego na Eurozona bate recordes

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Desemprego na Eurozona bate recordes

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O desemprego na Zona Euro atingiu um novo máximo histórico, nos 12,2%. É o número mais alto desde que este indicador começou a ser medido no conjunto de 17 países.

A Espanha e a Grécia continuam a liderar estes valores. Em ambos os países, mais de um quarto da população ativa está sem trabalho.

A taxa agora publicada para o conjunto de 17 países, para o mês de abril, está ligeiramente acima dos valores de fevereiro e março, em que se manteve estável nos 12,1%.

A situação é ainda mais preocupante entre os jovens. O desemprego atinge, em média, um quarto da população com menos de 25 anos. Mais de três milhões e meio de jovens, no conjunto de 17 países, estão sem emprego. Um número que sobe acima dos 5,5 milhões em toda a União Europeia.

Na Grécia, onde os últimos dados são ainda os de fevereiro, a taxa de desemprego jovem é de 62,5%. Em Espanha, o desemprego atinge também mais de metade dos jovens. Em Portugal, a taxa é de 42,55 e em Itália atinge os 40,5%.

A Itália é um dos países onde o desemprego bate recordes. A taxa de abril, para o total da população ativa, é de 12%, o valor mais alto dos últimos 36 anos.

O emprego está diretamente ligado ao crescimento económico. Com a economia da eurozona a contrair-se, a previsão é para que os números continuem pouco animadores.