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Bienal Conceptual

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Veneza transforma-se no epicentro da arte até 24 de novembro. Arrancou a Bienal de Veneza, uma verdadeira montra internacional para mais de 150 artistas de todo o mundo.

O artista Gilad Ratman foi o escolhido para representar Israel nesta Bienal. Com uma instalação baseada numa viagem fictícia através do subsolo, de Israel para Veneza.

Gilad Ratman, artista: “Não faço arte política no sentido de tomar uma posição num problema específico, mas estou a lidar com a ideia de resistência e a ideia de movimento e, claro, do lugar de onde venho é muito relevante, mas estes túneis, sempre os tivemos ao longo da história.”

Sarah Sze representa o Pavilhão dos Estados Unidos. A artista recolheu vários elementos da paisagem natural e urbana de Veneza e reuniu-os numa instalação que representa a beleza do equilíbrio.

No pavilhão britânico, as atenções concentram-se no mural do vencedor do Turner Prize Jeremy Deller.

Os visitantes podem percorrem os pavilhões e descobrir as próximas tendências artísticas. No espaço russo o tema da instalação é anticapitalista, uma chuva de moedas com a assinatura de Vadim Zakharov.

O artista dissidente Ai Weiwei foi impedido pelas autoridades chinesas de viajar para Veneza. Mas está presente com o seu mais recente single de “heavy-metal”: “Dumbass”, e a instalação S.A.C.R.E.D, que reconstitui os 81 dias que esteve detido, em 2011.

A prestigiada mostra de arte oferece um passaporte para um mundo surreal e também para a história de Veneza.