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As inundações não dão tréguas à Europa Central

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As inundações não dão tréguas à Europa Central

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O nível das cheias do rio Moldava atingiu o seu pico máximo esta terça-feira de manhã, em Praga. Bairros inteiros dos subúrbios da capital checa continuam submersos.

As fábricas de produtos químicos de Neratovice, ao norte de Praga, deslocaram as substâncias perigosas para um local seguro e pararam a produção.

Querem assim evitar o cenário de 2002, quando dezenas de toneladas de cloro líquido acabaram nas águas do Elba, onde desagua o Moldava.

A vaga de inundações do Moldava, que já fez 11 mortos, na Europa Central, desloca-se agora para a Alemanha, que já foi igualmente atingida.

Dez mil pessoas estão deslocadas de suas casas. Outros, recusaram sair. “Não temos eletricidade e também começamos a precisar de comida, mas não quisemos ir para os abrigos de urgência”, diz um habitante de Grimma, na Alemanha.

Na vizinha Áustria, todos os olhos estão postos no Danúbio. Para já, os taipais e barragens de proteção estão evitar as inundações, mas, em certos locais, a água começa a mostrar a sua força. Os austríacos esperam, com ansiedade, que os diques aguentem a força das águas.