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Obama sacrifica privacidade dos americanos para manter a segurança


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Obama sacrifica privacidade dos americanos para manter a segurança

Não há motivo para alarme. Foi a mensagem que Barack Obama tentou passar aos americanos na sua primeira alocução pública sobre a recolha de dados pessoais, como chamadas telefónicas, pelos serviços secretos dos Estados Unidos. O presidente confirmou que há comunicações de cidadãos estrangeiros, através da net, a ser controladas, mas que o contexto dos cidadãos americanos é outro, e é o preço a pagar para proteger o país.

“Não há ninguém a ouvir as vossas chamadas. Não é nisso que consiste o programa. Mas é importante assumir que não podemos ter 100% de segurança e manter 100% de privacidade, sem qualquer inconveniente”, declarou Obama.

Há milhões de clientes da Verizon a ser vigiados pela Agência Nacional de Segurança, não no que respeita ao conteúdo das chamadas, mas sim a origem e o destino, a duração e a frequência. A operadora recebeu uma ordem judicial lançada pelo FBI.

Tanto o The Guardian, como o Washington Post, revelaram também a existência de um programa secreto denominado PRISM, destinado a intercetar informações privadas do Facebook, YouTube, Google, entre outros. Todas as empresas negaram ter dado “acesso direto”, mas nenhuma precisou se houve ou não algum tipo de envolvimento.

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