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EUA favoráveis à criação de uma zona de exclusão aérea na Síria

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EUA favoráveis à criação de uma zona de exclusão aérea na Síria

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Os Estados Unidos ponderam a possibilidade de impor uma zona de exclusão aérea na Síria, depois da Casa Branca ter reconhecido ontem que Damasco ultrapassou a “linha vermelha” ao utilizar armas químicas no conflito.

Washington analisa agora a possibilidade de fornecer armas aos rebeldes e de encerrar o espaço aéreo na fronteira entre a Síria e a Jordânia.

Barack Obama reúne-se na próxima semana com Vladimir Putin, durante a cimeira do G8, para tentar convencer a Rússia a aceitar uma intervenção no território, apesar da aliança com o regime de Bashar Al-Assad.

A NATO, que poderia supervisar uma possível zona de exclusão aérea parece, por agora, preferir continuar a fazer pressão sobre Damasco para que aceite receber a missão da ONU responsável pela investigação sobre a utilização de armas químicas.

O secretário-geral a Aliança Atlântica, Anders Fogh Rasmussen afirma que, “é urgente que o regime sírio garanta o acesso da ONU ao território para investigar as acusações relativas ao uso de armas químicas, continuo a acreditar que a melhor solução é antes de mais política”.

Depois das provas avançadas por França e Reino Unido, há duas semanas, Washington tinha ontem reconhecido que entre 100 e 150 pessoas teriam morrido, na Síria, depois do regime ter recorrido a armas químicas, nomeadamente gás Sarin.