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Gregos não baixam os braços e continuam nas ruas

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Gregos não baixam os braços e continuam nas ruas

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Foi mais um dia de greve geral e manifestações na Grécia. Em Atenas, cerca de 10 mil pessoas protestaram contra a austeridade e para apoiar os funcionários do setor público de radiotelevisão. Mas as manifestações estenderam-se a outras cidades.

Mesmo depois do seu encerramento a estação pública de televisão continua a funcionar, como explica a jornalista Machi Nikolara:

“Continuamos a trabalhar. Esta é uma maneira de nos mantermos de pé. Ajuda-nos, psicologicamente, a continuar, mas também nos permite fazer o nosso trabalho da melhor maneira possível.”

Mas não é apenas com as pessoas nas ruas que o Primeiro-ministro tem de se preocupar. A crise na coligação que governa o país está instalada.

Evangelos Venizelos, líder do PASOK, mostra a sua indignação:

“Se algumas pessoas subestimaram o PASOK, e pensaram que o PASOK tem medo de alguma coisa, medo de eleições, cometeram um trágico erro histórico. Trágico. O país precisa de estabilidade, de uma estratégia de futuro e uma governação limpa.”

O Primeiro-ministro grego já pediu uma reunião com os parceiros de coligação para solucionar um problema que ele próprio criou quando encerrou os canais públicos de radiotelevisão se os consultar.

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