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Egito corta relações com a Síria

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Egito corta relações com a Síria

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O Egito cortou todos os laços diplomáticos com Damasco e pediu uma zona de exclusão aérea sobre a Síria.

Num comício no Cairo, frente a clérigos sunitas, o Presidente egípcio, disse ainda que vai encerrar a embaixada em Damasco e que pretende a saída da diplomacia síria do território egípcio.

Mohamed Mursi alertou ainda os aliados de Bashar al-Assad, a milícia xiita libanesa do Hezbollah, para recuarem:

“O Hezbollah deve deixar a Síria. Estas são palavras sérias. Não há espaço ou lugar para o Hezbollah na Síria.”

Este discurso é um endurecimento da posição egípcia no que diz respeito ao regime de Assad e aos seus aliados do Hezbollah.

Mursi afirma que o povo sírio é alvo de violência sectária organizada e garantiu que o Egito continuará a apoiar a oposição síria.

Entretanto Washington anunciou, esta semana, que os EUA vão assistir militarmente a oposição, depois de concluir que as forças sírias usaram armas químicas.

Os Estados Unidos vão, aliás, manter mísseis Patriot e aviões F-16 na Jordânia depois dos exercícios militares conjuntos.