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Alegada espionagem na cimeira do G20 afeta G8

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Alegada espionagem na cimeira do G20 afeta G8

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Esta cimeira do G8 tem início, na Irlanda do Norte, sob o signo da espionagem

O escândalo veio à luz do dia nas páginas do jornal britânico “The Guardian”, que revela que os serviços de inteligência do Reino Unido intercetaram as comunicações dos participantes em duas cimeiras do G20 realizadas em Londres, em 2009. Os documentos teriam sido entregues ao jornal por Edward Snowden, fonte das filtrações em massa do programa de espionagem norte-americano, que afetou recentemente o governo de Obama.

O objetivo dessa espionagem teria sido conhecer antecipadamente as diferentes posições dos países do G20, entre outras, de aliados como África do Sul, Turquia e Rússia.

Sempre segundo o Guardian, a operação contou com a autorização expressa do governo, chefiado, na altura, pelo trabalhista Gordon Brown. Os agentes acederam a computadores e telemóveis, chegando, inclusivamente, a vigiar cafés de internet para poder ler correios e chaves.

William Hague já desmentiu no Parlamento:

“Foi sugerido que o Centro de Escutas e Descodificação britânico, GCHQ usou a parceria com os Estados Unidos para tornear a lei britânica, obtendo informação que não podia obter legalmente no Reino Unido. Quero deixar bem claro que estas alegações não têm fundamento.

Num comunicado, o esta agência de informações do governo e das Forças Armadas afirmou que “encara as suas obrigações legais muito seriamente” e que as suas operações “são desenvolvidas em conformidade com um quadro legal e político rigoroso”.