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Conduzidos à distração

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Conduzidos à distração

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A mais recente tecnologia mãos-livres pode tornar mais fácil enviar mensagens, falar ou manusear o Facebook ao volante, mas uma nova pesquisa destaca os perigos ao fazê-lo.

A investigação sugere que as reações das pessoas mais jovens tornam-se tão lentas como as de pessoas idosas, se estiveram a falar através de um dispositivo mãos-livres durante a condução.

Investigadores da Universidade de Utah mediram ondas cerebrais, movimentos oculares e outras métricas para avaliar o que acontece com a mente dos condutores, quando tentam fazer várias coisas ao mesmo tempo.

David Strayer, especialista em distração cognitiva: “Usamos uma série de medidas diferentes. Algumas exigiam, medidas de EEG (eletroencefalografia) ou baseadas no cérebro. Usamos uma nova tarefa de tempo de reação/deteção para conseguir medir o quão bem alguém poderia detetar algo quando está a conduzir”.

É usado um eletroencefalograma especial para mapear a atividade cerebral dos condutores.
E um dispositivo especial conhecido como “DRT”.

Joel Cooper, investigador da Universidade de Utah: “Quando a mente fica ocupada, já não se olha começar para a ameaça escondida atrás do autocarro, nem para as pessoas nos passeios.”

euronews: “Aqui está o resultado final: toda a atividade não relacionada com a condução provoca um aumento na exigência mental. Noutras palavras, quanto menos faça, mais seguro está.”