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Obama defende liberdade, justiça e respeito que a história de Berlim simboliza

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Obama defende liberdade, justiça e respeito que a história de Berlim simboliza

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O presidente norte-americano, Barack Obama, reforçou os laços de amizade com a chanceler alemã Angela Merkel e a parceria norte-americana e alemã. Protegidos por vidro à prova de bala, discursaram pela paz e justiça, em nome da história e da liberdade.

Presidente Barack Obama:

“Hoje, 60 anos depois da sublevação, recordamos os heróis de 17 de junho na Alemanha de Leste. Quando o muro caiu, eles cumpriram os sonhos graças à sua força e paixão. O memorável exemplo recorda-nos que não é a força militar nem a dos governos, mas que são os cidadãos, quem decide construir ou destruir um muro.”

Barack Obama lembrou que o pior muro é o que erguemos no coração em relação a vizinhos diferentes, com costumes estranhos, concidadãos homossexuais, negros ou brancos, com a mesma religião ou não.

“Não podemos ditar o rumo das mudanças noutros lugares, como no mundo árabe, mas há que recusar a desculpa de que não podemos fazer nada para os apoiar. Neste século XXI há cidadãos que querem incorporar o mundo livre. Eles são o que vocês foram. Merecem o nosso apoio porque, à sua maneira, também eles são cidadãos de Berlim.”

Obama envolveu todo o público na consciencialização da pobreza nalguns países, onde há meninos que não têm de ser condenados à pobreza e à fome. E falou de segurança:

“Enquanto as armas nucleares existirem não estaremos seguros. Por isso hoje, depois de uma análise exaustiva que determina que podemos garantir a nossa segurança e a dos aliados, anuncio que faço planos adicionais para reduzir o nosso arsenal para, pelo menos, um terço e quero iniciar o diálogo nesse sentido com a Rússia.”

“O muro pertence à história, mas nós também devemos fazer história e os heróis do passado pedem-nos que ajudemos a manter a liberdade e ajudar quem a procura no nosso país e noutros. A proporcionar emprego aos jovens que não o têm nos seus países ou a não condenar crianças à pobreza e fome para sempre. Este é o espírito de Berlim. “

O discurso, apesar de generalista pretendeu ser humanista, e ambientalista: o presidente norte-americano prometeu incentivar investidores para formar o pessoal de saúde e fornecer os meios de produção de medicamentos onde for necessário assim como defender a energia limpa nos Estados Unidos.