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Esquerda Democrática abandona coligação governamental grega

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Esquerda Democrática abandona coligação governamental grega

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A saída da Esquerda Democrática da coligação governamental enfraquece o executivo grego, que no entanto descarta a hipótese de eleições antecipadas.

Em desacordo com o fecho da rádio e televisão pública, a formação de esquerda Dimar – o mais pequeno parceiro do governo – decidiu retirar os seus ministros da coligação.

Face à nova crise no executivo, um residente de Atenas diz-se “confuso”. Acrescenta que “por um lado, não quer aventuras, mas por outro, os desenvolvimentos não são bons. A luz no fim do túnel pode ser um comboio que está prestes a chocar contra nós”.

Outra afirma que está “preocupada” e que não sabe “o que seria melhor, se a melhor solução seria eleições ou não”. E acrescenta que “o melhor é que eles colaborem para conseguirem obter resultados”.

Mesmo sem a Esquerda Democrática, a Nova Democracia e o Pasok mantêm uma curta maioria no Parlamento. Depois de falharem as discussões sobre o futuro da ERT, o primeiro-ministro mostrou-se disposto a continuar, mesmo sem o Dimar.

Na sede da rádio e televisão pública, multiplicam-se as manifestações para exigir a aplicação da decisão da Justiça grega, que impôs a reabertura da ERT.