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Violência e fraudes ameaçam legislativas na Albânia

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Violência e fraudes ameaçam legislativas na Albânia

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As legislativas deste domingo na Albânia poderão resultar na primeira alternância política no país, desde o fim do regime comunista em 1991.

Um sufrágio marcado por acusações de manipulação da comissão eleitoral e pelo assassínio de um ativista da oposição, durante um tiroteio, esta manhã, no norte do país.

Um cenário acompanhado de perto pela comunidade internacional, quando Tirana aspira aderir à União Europeia.

“Eu desejo o melhor para a Albânia e para o povo albanês para podermos atingir os objetivos de aderir à União Europeia, uma vez que já fazemos parte da NATO. Esperamos poder conseguir o estatuto de país candidato à UE”, afirma um residente da capital.

Outro residente sublinha, “antes de mais espero que as eleições sejam pacíficas, espero que a situação se mantenha normal e, por último, espero que o partido Democrático vença este escrutínio”.

Mas a formação que aspira a reeleger o primeiro-ministro Sali Berisha para um quarto mandato consecutivo enfrenta, pela primeira vez, uma esquerda unida em bloco.

Face aos riscos de fraude, as sondagens, igualmente pouco credíveis, apontam para uma vitória, com uma frágil vantagem, de Edi Rama, lider socialista e antigo presidente da câmara de Tirana.