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Futuro de Snowden pode estar a ser negociados pelos serviços secretos

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Futuro de Snowden pode estar a ser negociados pelos serviços secretos

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A Rússia não cede a ameaças. É desta forma que o Kremlin reage à pressão exercida por Washington para extraditar Edward Snowden.

O norte-americano que denunciou a existência do programa de espionagem PRISM está na zona de trânsito do aeroporto de Moscovo.

O presidente russo não gostou do tom do Secretário de Estado norte-americano e lembrou que não existe qualquer acordo de extradição entre os dois países.

John Kerry diz, agora, que em causa não está uma exigência, mas um pedido:

“Não existe um tratado de extradição, mas existem regras de comportamento entre nações soberanas. Pedimos, apenas, aos nossos amigos russos que respeitem o pedido feito por um país com assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas, para que se apoiem na lei.”

O futuro do ex-consultor norte-americano pode estar já a ser negociado nos bastidores pelos serviços secretos dos dois países.

Snowden pediu asilo político ao Equador. Um país que, segundo alguns analistas, não vai ficar impune.

“Os Estados Unidos vão seguramente exercer algum tipo de controlo, talvez através de sanções económicas. Tenho a certeza que o governo do Equador está consciente deste facto” refere Patricia De La Torre.

A resposta do Equador em relação ao pedido de asilo é esperada a qualquer momento.

Snowden segue, assim, o exemplo de Julian Assange fundador do Wikileaks