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Livro eletrónico: O fim da época de ouro

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Livro eletrónico: O fim da época de ouro

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Na guerra dos livros eletrónicos, a Barnes&Noble dá um passo atrás. A famosa rede de livrarias abandona o dispositivo eletrónico, o Nook a cores, depois deste ter registado uma queda das receitas de 34% e de ter feito duplicar os prejuízos anuais do grupo.

A Barnes&Noble vai continuar com o Nook a preto e branco, quando, no mercado, as mudanças fazem pensar que a revolução provocada pelo livro eletrónico chegou ao fim.

Em 2011, segundo a IHS, venderam-se 23,2 milhões de livros eletrónicos. Mas no ano passado o número caiu para 14,9 milhões de unidades. Para este ano as previsões apontam para 10,9 milhões e e o cenário será ainda pior no próximo (8,7 milhões).

Mas ao mesmo tempo aumenta o número de pessoas que leem livros eletrónicos. A culpa é das tabletes, cada vez mais pequenas, sofisticadas e multifuncionais, com os consumidores a evitarem transportar vários aparelhos.

Segundo os rumores, a Microsoft estará interessada na divisão Nook, da qual já detém 17%. A única certeza é que o livro tradicional continua a ter adeptos.