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Conselho Europeu valida acordo sobre orçamento da UE

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Conselho Europeu valida acordo sobre orçamento da UE

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O combate ao desemprego juvenil, o orçamento comunitário e o chamado “cheque britânico” dominaram as discussões e decisões do primeiro dia da cimeira de líderes europeus em Bruxelas.

A reunião terminou com a adoção do acordo que viabiliza o orçamento comunitário até 2020 depois de David Cameron ter garantido a manutenção do chamado “cheque britânico” – o reembolso anual de parte da contribuição líquida do país para a UE – como contrapartida.

O chamado quadro financeiro plurianual ascende a quase um bilião de euros, um valor inferior ao dos orçamentos anteriores, mas que permite uma maior flexibilidade na gestão dos fundos comunitários.

A chanceler alemã, Angela Merkel, felicitou-se com o acordo, “é um passo importante que aumenta a capacidade de planear as nossas despesas, de fazer alguma coisa para promover o crescimento económico e, sobretudo, representa uma decisão importante para combater o desemprego, em especial entre os mais jovens”.

Entre as medidas acordadas pelos líderes dos 27 encontra-se um plano para combater o desemprego juvenil, que conta com um fundo inicial de 6 mil milhões de euros, entre 2014-2015, que deverá beneficiar em prioridade os países com um desemprego juvenil superior a 25%.

Os líderes europeus querem igualmente arrancar já no início do próximo ano com um plano de financiamento das pequenas e médias empresas, dotado de até 110 mil milhões de euros.

Para o primeiro-ministro finlandês, Jyrki Katainen, “o orçamento comunitário nunca é bastante dada a dimensão do problema, mas como todos sabemos este orçamento não é a solução para o problema do desemprego juvenil. A questão principal continua a ser a forma como cada estado membro pode melhorar a sua competitividade para criar empregos reais”.

Para o primeiro-ministro finlandês, Jyrki Katainen, “o orçamento comunitário nunca é bastante dada a dimensão do problema, mas como todos sabemos este orçamento não é a solução para o problema do desemprego juvenil. A questão principal continua a ser a forma como cada estado membro pode melhorar a sua competitividade para criar empregos reais”.